quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Nem tudo é o que parece!



Sempre haverá quem se aproveite dos momentos de transição ou crise para rebelar-se contra a ordem estabelecida, seja para o bem ou para o mal. Só precisam de uma justificativa plausível para ficar bem com a opinião pública.

Assim foi com Mesa, rei dos moabitas. Por anos ele serviu a Acabe, rei de Israel. Pagou impostos altíssimos, sem sequer reclamar. Eram cem mil cordeiros, e cem mil carneiros com a sua lã. Mas tão logo Acabe morreu, e seu filho Jorão assumiu seu trono, Mesa se revoltou e resolveu romper com Israel. A troca de gestão foi apenas o pretexto perfeito para rebelar-se.

Jorão, ainda inexperiente, pra não abrir um precedente em seu reino, buscou a ajuda do rei de Edom, e de Josafá, rei de Judá.

Josafá era homem temente a Deus, bem diferente de Acabe, pai de Jorão. Porém, aceitou entrar numa guerra que não era sua. Talvez ambos os reis temessem que a rebelião de Mesa provocasse uma espécie de “efeito dominó”. Abria-se um precedente para que outros reinos se rebelassem, e assim, tanto Israel, quanto Judá e Edom corriam o risco de se tornarem um caos político.

Jorão tentara livrar-se do estigma deixado por seus pais, Acabe e Jezabel. Ele não queria ter o mesmo fim que eles. Em vez deles, ele elegeu outro referencial, Jeroboão. O texto sagrado relata que Jorão “aderiu aos pecados de Jeroboão, filho de Nebate, que fizera pecar a Israel” (2 Reis 3:3). Em outras palavras, Jorão trocou seis por meia-dúzia.

Sem consultar a Deus, os três reis saíram em direção a Moabe, pelo caminho do deserto de Edom. “Após andarem rodeando durante sete dias, não havia água para o exército, nem para os animais que os seguiam. Então disse o rei de Israel: Ah! O Senhor chamou estes três reis para entregá-los nas mãos dos moabitas” (vv.9-10). Ora, que direito Jorão tinha de reclamar assim? Fora ele quem decidira por qual caminho subir. Não podemos tomar a soberania de Deus como justificativa para nossos fracassos. Interessante notar que quando o homem é bem-sucedido, usurpa todos os créditos para sim. Mas quando experimenta um fracasso, logo busca a quem culpar. E às vezes, petulantemente, culpa o próprio Deus.

Que bom que Josafá estava ali. Ele poderia estar se perguntando por que havia se metido naquela furada. Mas em vez disso, perguntou: “Não há aqui algum profeta do Senhor, para que consultemos ao Senhor por ele?” (v.11). Eis a diferença entre Jorão e Josafá. Enquanto Jorão buscava respaldar-se em Jeroboão, que foi o rei responsável pela divisão entre Israel e Judá, Josafá buscava respaldar-se em Deus, origem de toda autoridade. Jorão bebia de uma fonte turva e amarga. Josafá bebia de uma fonte cristalina. Jorão se alimentava do pão da rebelião. Josafá se alimentava do pão da vida.

Um dos servos de Jorão respondeu: “Aqui está Eliseu, filho de Safate, que deitava água sobre as mãos de Elias. Disse Josafá: Está com ele a palavra do Senhor. Então o rei de Israel, Josafá e o rei de Edom desceram a ter com ele” (vv.11b-12).

O que interessava a Josafá, era saber com quem estava a Palavra do Senhor. Por que Eliseu? Porque Eliseu havia sido fiel a Elias até a sua partida. A Palavra do Senhor é água cristalina, que só pode jorrar de canais fiéis. Quando o servo de Jorão referiu-se a Eliseu como aquele que“deitava água sobre as mãos de Elias”, Josafá não teve dúvida. Era esse que eles precisavam ouvir. Sua referência era bem diferente da referência de Jorão.

Jorão se espelhava em Joroboão, que usurpou o trono de Salomão. Em outras palavras, Jorão bebia da fonte da infidelidade. Quando Eliseu viu aqueles reis se aproximarem, recusou-se recebê-los. Fitando os olhos de Jorão, Eliseu bradou: “Que tenho eu contigo? Vai aos profetas de teu pai e aos profetas de tua mãe. Porém o rei de Israel lhe disse: Não, porque o Senhor chamou estes três reis para entregá-los nas mãos dos moabitas” (v. 13).

Jorão era um legítimo representante de uma dinastia maligna que se levantara em Israel. Vê-lo fazia com que a memória de Eliseu fosse remetida às perversidades cometidas por seus pais, Acabe e Jezabel. Mas quando percebeu que Jorão se fazia acompanhar de Josafá, Eliseu reconsiderou sua posição, e disse: “Tão certo como vive o Senhor dos Exércitos, em cuja presença estou, se eu não respeitasse a presença de Josafá, rei de Judá, não olharia para ti, nem te veria” (v.14). Ufa! Esta passou por pouco! Que sorte a de Jorão, estar acompanhado de um legítimo representante de uma dinastia iniciada na fidelidade.

O encontro entre Jorão e Josafá era como o encontro entre as águas escuras do rio Negro e as águas limpas do Solimões. Eles se encontram, mas não se misturam. Há convergência, mas não há comunhão.

Em respeito à presença de Josafá, Eliseu decidiu ajudá-los. Mas não sem antes fazer uma exigência: “Mas agora trazei-me um harpista. Enquanto o harpista tocava, veio sobre Eliseu a mão do Senhor, e disse: Assim diz o Senhor: Fazei neste vale muitas covas, porque assim diz o Senhor: Não vereis vento, nem vereis chuva, contudo este vale se encherá de água, e bebereis vós, o vosso gado e os vossos animais” (vv.15-17). Imagine milhares de homens cansados, exauridos, sedentos, tendo que cavar buracos no meio do deserto. Simplesmente não fazia qualquer sentido. Talvez, enquanto cavassem, alguns comentassem entre si: Estamos cavando nossas próprias covas. Mas as coisas nem sempre são o que parecem. O que não faz sentido agora, poderá fazer num futuro próximo. Se ordem de Deus é cavar, então, o que é que está esperando? Cave!

Não se preocupe com os comentários maldosos. Apenas obedeça às instruções divinas, mesmo que não façam sentido. Deus prometera, por intermédio de Eliseu, que viria água capaz de saciar todos os soldados, bem como seus animais. Porém, tais águas não viriam pelos meios comuns. Não haveria chuva, nem vento. Deus faria algo diferente que os surpreenderia.

Aprendi desde cedo que nossos pedidos a Deus devem ser sempre bem específicos. Porém hoje, acredito que quando somos muito específicos, corremos o risco de subestimarmos o Seu poder.

Não podemos colocar nossas expectativas nos meios usados por Deus. Em vez de colocá-las nos canais, devemos colocá-las na Fonte. Deixemos que Ele escolha por quais meios vai nos atender. Afinal de contas, Ele é Deus que decreta os fins e estabelece os meios.

O profeta concluiu:

“Ainda isto é pouco aos olhos do Senhor; também entregará ele os moabitas nas vossas mãos”(v.18).

Epa! Espera aí! O que é que eles estavam fazendo ali no meio do deserto? Qual era o seu objetivo inicial? Eles não estavam ali à passeio, estavam? Óbvio que não. Seu objetivo era o empreendimento de uma campanha militar. A escassez de água fez com que eles se esquecessem do propósito original de sua jornada.

Quantas vezes deixamos de ser guiados por propósito, pra ser guiados por necessidades? A vida só faz sentido quando mantemos o foco num propósito maior que nossa própria existência. Não vela a pena viver apenas em função da manutenção da própria existência. Jesus disse que a vida vale mais que o alimento.

Não deixe que suas necessidades imediatas ofusquem seus objetivos principais. Muitas pessoas são induzidas a pensar que seu relacionamento com Deus só serve para o suprimento de suas necessidades. O “deus” que elas cultuam está mais para o gênio da lâmpada de Alladin, do que para o Deus revelado nas Escrituras.

É claro que Deus se interessa em suprir nossas necessidades! Se não, Paulo não teria dito: “E o meu Deus suprirá todas as vossas necessidades segundo a sua gloriosa riqueza em Cristo Jesus” (Fp.4:19). Entretanto, isso ainda é pouco aos olhos do Senhor.

O próprio Jesus demonstrou isso, ao declarar: “Portanto, não andeis ansiosos, dizendo: Que comeremos? Que beberemos? Ou: Com que nos vestiremos? (...) De certo vosso Pai celestial bem sabe que necessitais de todas elas. Mas buscai primeiro o seu reino e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas” (Mt. 6:31,32b).

Ele quer nos suprir e saciar, pra que prossigamos na execução dos Seus propósitos neste mundo. Cuidado para não transformar os meios em fins!

Voltemos para o texto que estamos considerando:

“Na manhã seguinte, na hora da oferta dos cereais, vinham as águas pelo caminho de Edom, e a terra se encheu de água” (v.20).

Não me pergunte como, que não saberei lhe responder. Só sei que a promessa de Deus se cumpriu. As águas irromperam e vieram pelo caminho de Edom. Interessante notar um detalhe: as águas vieram justamente da terra daquele rei cujo nome sequer é citado no texto. Os figurões eram Jorão e Josafá. O rei de Edom estava ali só de figurante. Mas foi de lá, de Edom, que as águas jorraram.

Deus gosta de fazer surpresa. Ele faz com que a provisão venha por canais que não esperamos, para aprendemos a depender da fonte, e não de um canal específico. A história não termina aqui. Há uma guerra a ser travada.

“Ouvindo todos os moabitas que os reis tinham subido para pelejar contra eles, convocaram-se todos os que cingiam cinto desde o mais novo até o mais velho, e puseram-se às fronteiras. Levantaram-se os moabitas cedo de manhã e, brilhando o sol sobre as águas, viram diante de si as águas vermelhas como sangue, e disseram: Isto é sangue! Certamente os reis se destruíram, e se mataram um ao outro! Agora, à presa, moabitas!” (vv.21-23).

Você sabia que Deus também faz pegadinhas? Ele sabe o quanto somos enganos por nossas próprias percepções. Lembra das covas que Eliseu mandou que cavassem? A que propósito serviriam? Confundir os inimigos.

Os moabitas foram enganados por seus sentidos. O reflexo da luz solar sobre as covas cheias de água, produziu um efeito que sugeria sangue. A seu juízo, os exércitos ali reunidos tinham brigado entre si, e se auto-destruído. Por isso, guardaram suas espadas, e foram afoitos em busca dos despojos. Quando entraram no arraial... SURPRESA!

Os soldados já estavam prontos para dar-lhes a recepção que mereciam. Nem tudo parece o que é. Somos sempre ludibriados por nossos sentidos e emoções. Por isso, deixe-se conduzir por convicções, não por emoções; por propósitos, não por necessidades.

Por que ficar preocupados com aquilo que dizem sobre nós? Não temos que provar nada a ninguém. Que pensem o que quiserem! Que achem que estamos cavando nossa própria cova. Ou que nos autodestruímos. A verdade sempre prevalecerá! O tempo a revelará.

Por Hermes Fernandes publicado por Genizah

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Alguns "Melôs" da Gospel Music



Melô do crente com dor de barriga
"Eu quero me esvaziar de mim..."
(Me Esvaziar - Nívea Soares)

Melô da Declaração do Imposto de Renda
"Restitui, eu quero de volta o que é meu..."
(Restitui - Apascentar de Nova Iguaçu)

Melô do terrorista
"Incendeia, Senhor, a tua noiva... Incendeia, Senhor, a tua igreja..."

Melô do endividado
"Não posso pagaaaaarrr... Não posso pagaaaaar... Tudo o que eu faço é tão pouco..."
(Não posso pagar - André Valadão)

Melô da amnésia
"Quem eu sou? Quem tu és? Quem tu queres que eu seja?"
(Filhos do Homem)

Melô do esquizofrênico
"Quando estou em tua presença..
Dá vontade de pular
Dá vontade de dançar
Dá vontade de gritar
Dá vontade de correr"
(Diante de Ti - Quatro por Um)

Melô da loira crente
"Se tu olhares, Senhor, pra dentro de mim, nada encontrarás..."
(Preciso de ti - Diante do Trono)

Melô do guloso
"Como um farol que brilha a noite
Como ponte sobre as águas
Como abrigo no deserto
Como flecha que acerta o alvo..."
(Aline Barros)

Melô do bonecão de posto
"O vento sopra e me balança pra lá e pra cá, mas eu não caiu não, nem saio do lugar."

Melô da chapinha
"Quando a tempestade vem, quando a tempestade vem, tudo se transformaaaa"
(Quando a tempestade vem - Diante do Trono)

Melô do papa anjo
"Tu és a minha coroa..."
(Diante do Trono)

Melô do celular no vibracall
"Quando sinto teu toque, tudo em mim estremece..."
(Clamor pelas nações)

Publicado em cristaoconfuso

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

É melhor fazer as pazes

Se, pois, ao trazeres ao altar a tua oferta, ali te lembrares de que teu irmão tem alguma coisa contra ti, deixa perante o altar a tua oferta, vai primeiro reconciliar-te com teu irmão; e, então, voltando, faze a tua oferta. Entra em acordo sem demora com o teu adversário, enquanto estás com ele a caminho, para que o adversário não te entregue ao juiz, o juiz, ao oficial de justiça, e sejas recolhido à prisão. Em verdade te digo que não sairás dali, enquanto não pagares o último centavo.
Mateus 5.23-26



Por Pr. Edmilson




Jesus disse que, se chegarmos diante do altar para cultuarmos a Deus e nos lembrarmos que existe alguém ressentido conosco, devemos procurar esta pessoa para uma reconciliação, pois, não é possível cultuarmos a Deus, tendo alguém ferido por nossa causa. Nem sempre é fácil procuramos certas pessoas para conversarmos, há pessoas que são “osso duro de roer”. Mas, sem dúvida alguma, devemos tentar. O Senhor Jesus disse que só depois que fazermos isso é que podemos cultuar a Deus de maneira correta. Só depois de uma reconciliação, nossas mãos estarão limpas e poderão ser levantadas a Deus: “que os homens orem em todo lugar, levantando mãos santas, sem ira, nem contenda” (2 Tm 2.8).
É bom que façamos isso enquanto estamos “a caminho”. O “caminho” é a jornada de nossas vidas. Um dia, esta jornada terminará e todos nós compareceremos diante do Criador para prestarmos contas do que fizemos com nossa vida. “Aos homens está ordenado morrerem uma só vez, depois disso vem o juízo” (Hb 9.27). É bom pensarmos nisso. Chegar ao fim da jornada com mágoa de alguém, ou se deixarmos que alguém chegue ao fim da jornada com pendências conosco fará com que tenhamos problemas no grande dia do acerto de contas. Ali, muitos galardões serão perdidos, por não se saber resolver problemas com outros enquanto se estava aqui, “a caminho”.
Paulo havia brigado com Barnabé, pois não queria levar Marcos com eles em sua segunda viagem missionária. Barnabé achava que deveriam dar uma nova chance ao moço que antes os havia abandonado. A briga foi feia! Foi um para cada lado (Atos 15.37-39). Mas, pouco antes da jornada de Paulo terminar, ele mandou um recado: “manda-me Marcos, porque ele me é útil” (2 Tm 4.11). Paulo era homem de verdade, pois somente homens sabem resolver seus problemas de relacionamento. Já crianças, ficam de mal, pois afinal “foi ele quem começou”. Mas, até elas cedo aprendem a saborear a alegria de ficar de bem de novo.
Aqui, durante a jornada, muitos são jogados na prisão por não saber se relacionar com os outros. A vida de muitos tem se tornado uma prisão, sem paz e sem brilho, cheia de amargura. Jesus disse que fica-se nesta prisão até que se pague o último centavo. Então vale a pena pagar o preço que for preciso, se humilhar, engolir o orgulho, abrir mão até de sua razão. Mas, na prisão é que não podemos ficar.
Meu querido, reconcilia-te com quem for preciso enquanto estás a caminho, pois, um dia a jornada da vida acabará e, ai daquele que deixar para resolver as pendências com os outros somente do lado de lá da eternidade!

Publicado em Reflexões e divulgado por Genizah

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Não tiro o chapéu pra esta democracia!



No quadro "Pra quem você tira o chapéu?" de um programa televisivo, o convidado é instigado a apresentar sua opinião em relação aos nomes que lhe são apresentados no interior de um determinado chapéu. Quando favorável ao nome apresentado, o participante do quadro tira o chapéu e, logicamente tece comentários positivos ao que consta naquele chapéu, porém, quando não favorável ao nome do chapéu, o convidado não tira o chapéu e, evidentemente tece comentários críticos e/ou negativos quanto ao conteúdo deste chapéu. Apropriando-me desse interessante quadro, e diante de alguns fatos que hoje presenciamos e/ou vivenciamos, os quais demonstram um falso exercício democrático, tenho a manifestar que a democracia existente em nosso país, não está digna de tirar o chapéu. Senão, vejamos.
Desde o ano de 1822, quando, com muito embate, conseguimos nos desvencilhar do comando político, econômico e territorial de Portugal, paulatinamente foi-se tentando fomentar um regime democrático, o qual ganhou força com a Proclamação da República em 1889 e, consolidou-se, em 1988 com a promulgação da Constituição Cidadã em 05 de outubro, após idas e vindas de muitas outras constituições anteriores. Com certeza esse foi o ponta inicial para uma reinante democracia no país, visto que essa constituição trouxe em seu bojo direitos e garantias inerentes a cada cidadão brasileiro nato ou naturalizado, bem como ao estrangeiro residente no país. Elencou-se também a organização e operacionalização política-administrativa com os trâmites para o exercício do poder ordenados, anulando, assim, todo e qualquer plano de golpe militar ou ações e ideologias políticas, aos quais a nação estava suscetível e que fulminavam o desenvolvimento almejado.
Pois bem. Diante de tão renhida conquista, com embates travados nas ruas país afora, aniquilando a possibilidade de comando oligarquico, onde há motivos para não tirar o chapéu? Estamos retrocedendo? Não pretendo ser arrogante a ponto de não reconhecer os efeitos benéficos que a firmação dos direitos e garantias nos trouxe. Porém, a imoralidade, a falta de temor a Deus, o desamor, a busca desenfreada pela riqueza e os desequilíbrios existentes (ambiental, familiares, financeiros, mentais e espirituais) têem nos impedidos de desfrutar de tais direitos. 
O caput do artigo 5°. da Constituíção, que apresenta os direitos e garantias individuais e coletivos, apregoa: "Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e ao estrangeiro residente no país, a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes:(...). Seria maravilhoso se a beleza do conteúdo transfigurasse a realidade. Hoje, a pessoa ainda tem o direito à vida; o direito de nascer. Digo ainda, porque há Projeto de Lei para legalização do aborto em qualquer circunstância. Os defensores deste PL justificam que é um direito da mulher decidir se quer ou não gerar a vida que está em seu ventre. Simples assim. Alguém diz que "o direito de um termina quando começa o do outro". E quando o direito do outro nem começa (ou nasce)? Seria bom se esses "defensores" ouvisse o testemunho de quem foi vítima de aborto, mas sobreviveu (assista esse testemunho clicando aqui e também aqui). 
O direito à igualdade está dilacerado; o que dizer de bandidos com condições financeiras estarem gozando de liberdade (principalmente políticos) e os "pobretões" tentando justificar o que não fez? E o direito à liberdade? Temos o direito de ir e vir em tempos de paz dentro do país, porém, a insegurança - que é o direito à segurança violado - existente, fruto do aumento crescente da violência, tem cerceado a nossa liberdade, pois, ficamos enclausurados em casa para nos manter vivos, uma vez que o "poder criminoso" está sufocando os três poderes legalmente constituídos (Executivo, Legislativo e Judiciário). Que Deus tenha misericórdia!
Não bastasse as violações à esses direitos, alguns outros estão sendo "pisados". O inciso IV do artigo citado confere: "é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato"(...). O VI ainda diz: "é inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e a suas liturgias". Atualmente o governo está almejando cercear o direito do livre pensamento, censurando os editoriais de jornais e revistas só permitindo ir ao ar o que eles aprovarem e, ainda, dando o nome disso de Declaração de Direitos Humanos. Em patamar não diferente está o Projeto de Lei de criminalização da homofobia, onde a livre manifestação do pensamento e/ou de crença estará minguando, caso o projeto torne-se Lei, visto que não poderá haver nenhuma manifestação contrária ao homossexualismo, senão sofrerá as penalidades da lei. Ressalto que, toda e qualquer injúria e violência - física ou psicológica - não tem guarida nas ações cristãs. O Verdadeiro cristão transmite amor divino ao homossexual, no entanto, combate, de acordo com os preceitos bíblicos, as práticas homossexuais. A renúncia a esses desejos pecaminosos não é fruto de pressão psicológica (como argumentam os defensores) mas, consequência da ação do Espírito Santo na vida daqueles que o recebem. Isso eles não entendem e nem querem aceitar.

Direitos temos. Falta-nos garantias.

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Matéria de Capa

Mensageiro da Paz


Arrebatamento da Igreja: Você está preparado?
Uma das marcas dos grandes avivamentos da história da Igreja Cristã, incluindo o Movimento Pentecostal, é a pregação sobre o Arrebatamento da Igreja e o Retorno de Cristo. Com o passar do tempo, porém, essa mensagem passou a ser relegada no meio evangélico, sendo substituída por uma pregação mais voltada para as necessidades terrenas. Não que Deus não se importe com as nossas necessidades do dia-a-dia. Claro que Ele se importa. A Bíblia está repleta dessa verdade. Entretanto, o ponto é que uma vida cristã focada apenas nos problemas terrenos perde toda a sua verdadeira dimensão, enquanto a consciência da proximidade da Segunda Vinda de Jesus desperta o crente para uma vida de santidade, para a evangelização e para uma vida de serviço a Deus e ao próximo.




Fonte: www.cpad.com.br

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Reflexão!!!

Aos Pés da Cruz

Meu Jesus maravilhoso és
Minha inspiração a prosseguir
E mesmo quando tudo não vai bem
Eu continuo olhando para Ti.
Pois sei que Tu tens o melhor pra mim
Há um segredo no Teu coração
Oh! Dá-me forças pra continuar
Guardando a promessa em oração.


Firme, oh! Deus está o meu coração
Firme nas promessas do Senhor
Eu continuo olhando para Ti
E assim eu sei que posso prosseguir.


E mesmo quando eu chorar
As minhas lágrimas serão
Para regar a minha fé
E consolar meu coração
Pois o que chora aos pés da cruz
Clamando em nome de Jesus
Alcançará de Ti Senhor
Misericórdia, Graça e luz


Teu grande amor não cessa
Eterno não tem fim
Quão grande És Tu Senhor,
Quão grande És pra mim
Tua graça é o meu refúgio
Descanso no Teu poder
Maravilhoso és, Maravilhoso és
Pra mim.

Misericórdia, Graça e luz.

Misericórdia, Graça e luz.


Autor: Kleber Lucas

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Crescimento Islã!

Pastor Presidente da Assembleia de Deus na Paraíba se converte ao Islamismo



Pastor se converte ao Islamismo após 15 anos à frente presidência da Igreja Assembleia de Deus - Madureira - da Paraiba

Muitos fatos marcaram a permanência do Pastor João de Deus Cabral a frente da Assembleia de Deus de Madureira na Paraíba. Presidente da Igreja na Paraíba e Secretário Nacional da Igreja no Brasil durante 15 anos, não foram suficientes para ser arrebatado ao Islamismo e servir ao Deus Allah.

A revelação foi feita por João de Deus Cabral durante a madrugada deste sábado ao Programa Sales Dantas na TV Litoral/TV Diário. João de Deus agora tem como principal objetivo de sua vida será servir a Alá e construir uma mesquita nos próximos meses na Paraíba. 

João de Deus revelou que durante muito tempo servindo na Assembleia de Deus e proferindo palestras pelo Brasil, sempre era indagado sobre o significado do Natal, sobre a Santa Trindade. Essa busca e interrogações levaram a um estudo interno e a busca pela verdade. Viajou por vários países e chegou a conclusão após 5 anos que não existe a Santa Trindade e que o natal não representava o nascimento de Cristo. Para João de Deus, nome de batismo mesmo, essas datas foram criadas por um imperador de Roma, como forma de estabelecer uma data única que comemorasse dia 25 de dezembro o dia do Deus Sol, mudando logo após para chamarem de nascimento de Cristo, o sol da justiça. 

Veja o resto da matéria e os detalhes da conversão em 



Ponderações de Renato Vargens sobre o assunto (1):


O islamismo é a religião que mais cresce no mundo atualmente - e no Brasil não é diferente. O problema é quantificar o fenômeno. O Vaticano anunciou que, pela primeira vez na história, o número de muçulmanos ultrapassou o de católicos no mundo. Islâmicos somam 1,3 bilhão de seguidores ante 1,13 bi de católicos. O crescimento se deve basicamente às taxas de natalidade, mais altas em países islâmicos. Em São Paulo, estima-se em centenas o número de brasileiros convertidos nas periferias nos últimos anos. No país, chegariam aos milhares. O número total de muçulmanos no Brasil é confuso. Pelo censo de 2000, haveria pouco mais de 27 mil adeptos. Pelas entidades islâmicas, o número varia entre 700 mil e três milhões. A diferença é um abismo que torna a presença do islã no Brasil uma incógnita. A verdade é que, até esta década, não havia interesse em estender uma lupa sobre uma religião que despertava mais atenção em novelas como O clone que no noticiário.

A Revista ISTO É em 30/01/2009 publicou uma matéria tratando de especificamente do crescimento do Islã na periferia das cidades brasileiras. A revista conta a história de Carlos, Paulo e Ridson, que se converteram a Alá, e que por conseqüência tiveram seus nomes mudados para Honerê, Malik e Sharif respectivamente. Durante cinco vezes ao dia, os seus olhos ultrapassam o concreto de ruas irregulares, carentes de esgoto e de cidadania, e buscam Meca, no outro lado do mundo.

Segundo ISTO É, (1) ao buscar o coração islâmico do mundo com a mente, os jovens acreditam que o Alcorão é a resposta para o que definem como um projeto de extermínio da juventude afro-brasileira: nas mãos da polícia, na guerra do tráfico, na falta de acesso à educação e à saúde. Homens como eles têm divulgado o islã nas periferias do país, especialmente em São Paulo, como instrumento de transformação política. E preparam-se para levar a mensagem do profeta Maomé aos presos nas cadeias. Ao cravar a bandeira do islã no alto da laje, vislumbram um estado muçulmano no horizonte do Brasil. E, ao explicar sua escolha, repetem uma frase com o queixo contraído e o orgulho no olhar: “Um muçulmano só baixa a cabeça para Alá – e para mais ninguém”.

Caro leitor, há pouco assisti a um vídeo no youtube (2) sobre o crescimento dos mulçumanos no mundo, o que se realmente acontecer, proporcionará aos cidadãos deste planeta momentos de extrema dificuldade, visto que, por razões históricas os que professam a fé em Alá são intolerantes com outras práticas religiosas. Isto posto, sou levado a acreditar que o momento que vivemos é emblemático, e que mais do que nunca devemos deixar de lado o triunfalismo ensandecido que domina parte da Igreja Evangélica, arregaçar as mangas, e pregar a toda criatura o Evangelho da Salvação Etern
a.


Fonte: www.genizahvirtual.com

A nova moda entre jovens e adolescentes!

Pulserinhas coloridas do sexo: a nova e perigosa moda entre adolescentes



Vez ou outra aparece uma moda entre os jovens e adolescentes. A mais recente são as pulserinhas de silicone coloridas e finas, compradas às dúzias por até R$ 2. A prática surgiu na Inglaterra e graças às redes sociais rapidamente se espalhou pelo mundo, chegando agora ao Brasil.
Aparentemente são inofensivas, como uma espécie de adereço, acessório de vestimenta e aparência. Porém, o que muitos não sabiam é que cada cor do bracelete possui um significado, que ”corresponde a um comportamento afetivo ou sexual, que pode ir de um abraço, na amarela, a uma relação sexual, na preta. Para exigir o gesto, seria preciso arrebentar a pulseira de quem a traz no pulso” [1].
Ignorantes em relação ao significado das pulserias, muitos jovens  e adolescentes começaram a utilizá-las inocentemente, como é o caso da estudante paulista  Bárbara Campos, de 15 anos. “Eu parei de usar quando descobri, mas vejo um monte de meninas do fundamental usando sem saber”, diz ela. Seu namorado, no entanto, ainda carrega três pulseiras no pulso: uma preta, uma branca e uma vermelha. “Se outra menina estourar as pulseiras dele, eu vou ficar muito brava.” [2]
A questão é mais perigosa do que se imagina. Apesar de alguns pais e até especialistas acharem que se trata somente de uma moda passageira e que não precisam proibir o uso, vale atentar para o fato de que o comportamento grupal dos adolescentes e jovens de hoje pode resultar em graves consequencias para aqueles que mesmo sem conhecimento fazem uso de tais pulseiras. Como observou a psicoterapeuta Ana Olmos, “Quero ver o que pode acontecer se um menino rasgar a pulseira de uma menina que não sabe o significado daquilo. Se estiver em grupo, ele pode forçá-la a concretizar seu desejo. Isso está se espalhando como um código de grupo”, diz a psicoterapeuta, para quem os pais devem explicar a situação aos filhos. “Se um menino é um abusador contumaz, não vai deixar de abusar – seja sexualmente, seja em outras esferas. A pulseirinha é mais uma porta.” [3]
Mas, por outro lado, há aqueles que conseguem impor uma ideologia absurda em referência aos códigos da cores. É o caso de Chico Sedrez, diretor educacional do Colégio Arquidiocesano de São Paulo. Ele diz: “Fizemos uma reflexão com as crianças sobre como se relacionar com os outros. A conotação mais aguda e preocupante é que é um jogo com conotações machistas” [4]. Ou seja, o problema, para Chico, é a conotação machista, só isso. Quézia, da Sociedade Brasileira de Psicopedagogia, também diz algo ridículo:  “Aprender o jogo da sedução faz parte da adolescência e por meio dele o adolescente constrói sua autoestima e autoimagem”. [5]
Portanto, o caso é sério. Mesmo porque, se não bastasse o problema em si, muitos ditos especialistas em sexualidade, os quais ocupam lugares de influência em escolas, acham que o problema é simplesmente de ordem ideológica (machismo) ou então que a prática ajudará na construção da autoestima e autoimagem do adolescente. Isto é, além de enfrentar a prática equivocada, os pais terão que derrotar alguns ditos peritos no assunto.
E Agora, Como Viveremos?
[1]  A polêmica das pulseiras. Revista Isto É, disponível aqui.
[2] A pulserinha do sexo. Revista Época, disponível aqui.
[3] Idem
[4] Idem
[5] Idem

Por Valmir Nascimento Milomem