quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Os vivos e os palhaços

Então a Câmara votou contra a cassação do mandato da proba deputada Jaqueline Roriz?! Assim fica difícil desligar e relaxar nas férias...
A tal Jaqueline foi filmada em 2006 quando recebia milhares de reais em dinheiro vivo de Durval Barbosa, que, antes de ficar famoso como delator do mensalão do DEM, era secretário de Estado no Distrito Federal, que foi governado quatro vezes por... Joaquim Roriz. Vem a ser pai da então deputada distrital, hoje deputada federal.
Resumindo a operação: a filhota recebia grana do governo do papai! Não é fantástico? E tudo isso documentado, inquestionável, irrespondível, porque, se fita gravadanão é prova, o que mais poderia ser?
A famiglia Roriz é realmente um prodígio. O pai renunciou ao Senado e à candidatura ao quinto mandato no governo do DF depois do primeiro sopro de denúncia (antes que chegasse o vendaval). A mãe aceitou o papel patético de ser candidata ao governo no lugar do marido. Uma filha, Jaqueline, resiste à cassação na Câmara dos Deputados. A outra é deputada distrital - e sonha alto.
Mas o foco da votação desta Terça-feira é outro: os próprios deputados. Cá pra nós, só há uma explicação para eles salvarem a pele de Jaqueline Roriz: estavam salvando preventivamente a deles próprios. A maior parte deles pode ser a Jaqueline de amanhã. E, se é para salvar um, que salvem-se todos.
Eles são vivos. Nós somos os palhaços.

Por Eliane Cantanhêde, colunista da Folha.



segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Ricas qualidades, Pobre decisão!

Durante o seu ministério público e terreno o Senhor Jesus teve contato com diversas pessoas, principalmente com aqueles que Ele escolheu para o auxiliar: os discípulos. Ele sempre estava rodeado de pessoas, as quais recorriam a Ele a fim de receber cura para o físico e também para alma, pois, proferia palavras sábias e profundas, que transformavam a vida daqueles que guardavam e as praticavam. No capítulo 19, Mateus relata o diálogo interessante de Jesus com um Jovem que o procurou.
Jesus acabara de chegar na Judéia (Mt 19.1), e logo de cara foi importunado pelos fariseus (sempre os fariseus!!), que o questionou acerca do divórcio, aos quais respondeu, como sempre, com firmeza e autoridade que Lhe era peculiar (Mt. 9. 3-12). Logo em seguida repreendeu seus discípulos que estavam impedindo das crianças se aproximarem de Jesus.
Após estes episódios, vem o interessante diálogo a qual citei. Um jovem vai encontro do Mestre e lhe faz questionamentos. Ele era dono de muitas propriedades e queria saber acerca da vida eterna. Este é o famoso "jovem rico" que muitos conhecem do relato bíblico, pois, preferiu sua riqueza do que a Jesus; preferiu continuar vivendo uma vida superficial baseada nos bens materiais. Deu as costas pra Jesus. Pobre jovem rico!
Contudo, apesar do indiscutível erro que o moço cometeu, quero destacar três qualidades positivas dele. Isso mesmo! Três qualidades positivas deste jovem, que servem como exemplo. Infelizmente, sua decisão depois do diálogo, é que não dá, de maneira alguma, para seguir.
Pois bem. No versículo 16, do capítulo 19, do livro de Mateus, relata-se que o jovem se aproximou de Jesus e lhe fez uma pergunta. Ele teve a iniciativa de se dirigir até a Jesus. Saiu da sua posição de conforto e foi até o Mestre. Aí está a primeira qualidade: ele foi ao encontro de Jesus. Hoje vivenciamos a época do "moneycentrismo", isto é, o dinheiro, bens e conquistas materiais como centro da vida. Muitos hoje são norteados pelo capitalismo e consumismo selvagens do presente século. E até mesmo crentes esqueceram-se das coisas que são de cima e estão apegados às coisas terrenas. Isto fatalmente afasta o homem de Deus, haja vista não haver possibilidade de servir a dois senhores: a riqueza e Deus. O homem acaba ocupando-se inteiramente em faturar, em crescer, em desenvolver-se, em adquirir bens materiais tantos quanto puderam comprar e deixam a vida espiritual relegada a segundo plano. Não estou aqui fazendo apologia a pobreza, a mesquinhez, nem tampouco julgando pecado ser rico ou adquirir riquezas. Não! Estou alertando o perigo de tornar como prioridade a prosperidade nesta terra. E isto está ocorrendo até mesmo em muitas  denominações, através dos atuais ensinamentos triunfalistas, deixando o ensino da cruz para o ensino do céu terreno. "Mas, buscai primeiro o reino de Deus, a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas" (Mt 6.33). Soa tão atual, não é verdade? Mas, foram proferidas pelo Senhor Jesus há mais de dois mil anos atrás, alertando àqueles que estavam inquietos com o dia de amanhã, como iriam vestir e também comer. Creio nesta palavra! Quando o reino de Deus é prioridade na vida, as coisas que precisamos Ele supre no momento e na medida certa. Vamos ao encontro do Mestre! Procuremos o Mestre rompendo em meio a multidão para ouvi-lo, assim como fez aquele jovem. Nada de trocar as bolas: primeiro Deus, depois vem emprego, faculdade, casa, carros, carreira....
Ao procurar Jesus o jovem lhe questiona: "Bom Mestre, que bem farei para conseguir a vida eterna? Aqui está a segunda qualidade positiva: ele queria chegar aos céus. Já não se fala tanto em céus em nossos dias como antes. Parece que muitos crente estão preferindo a terra do que os céus. Parece exagero, mas infelizmente não é. A tempos eu ouso uma explanação bíblica, principalmente em cultos públicos, falando sobre os céus ou vida eterna. Parece que Jesus não vem mais. Mas Ele vem! Por mais que alguns tenham a promessa por tardia (2 Pe 3.9). Escrevendo aos irmãos em Roma, Paulo assevera que devemos gemer em nós mesmos esperando a adoção, a saber, a redenção do nosso corpo (Rm 8.23). Este ardor está ausente em muitos corações, consequências do apego as coisas terrenas conforme já descrevi. O escritor aos Hebreus alertou que não temos aqui cidade permanente, mas buscamos a que há de vir (Hb. 13.14). Há nos céus riquezas eternas e infindáveis, por que nos prendermos a riquezas finitas e perecíveis desta terra, onde traça e ferrugem consomem? Não troque o certo pelo duvidoso. Almeje a vida eterna, assim com aquele jovem.
Por fim, a terceira qualidade positiva daquele jovem está no versículo 20. Depois de Jesus o recomendar que guardasse os mandamentos, ele respondeu: "Tudo isso tenho guardado desde a minha mocidade". Sua terceira qualidade: ele conhecia e guardava os mandamentos. Na Bíblia Sagrada encontramos os mandamentos divinos para uma vida de acordo com a vontade de Deus. Muitos negligenciam a leitura deste livro sagrado, desconhecendo assim, os mandamentos divinos. Alguns, lêem, mas não praticam. Tornam-se reféns de sutis e grosseiros ensinamentos acerca das coisas espirituais, pensando que estão no caminho certo, mas no fim são caminhos de morte. A meditação na Palavra de Deus nos sustenta, nos dá coragem, capacidade e autoridade para respondermos com mansidão e temor a qualquer que nos pedir razão da esperança que há em nós (1 Pe 3.15).
Aquele jovem não permitiu que as palavras de Jesus encontrassem guarida em seu coração, a fim de transformá-lo, mudando o foco de sua vida das riquezas para o amor a Deus e ao próximo. As riquezas não preenchiam seu coração, por isso sentia-se vazio (Mt 19. 20). Exteriormente era rico. O outros viam no exterior um jovem de posses. Jesus o viu no interior: vazio e preocupado com as coisas efêmeras da vida. Por isso, apesar de suas ricas qualidades aqui apresentadas, sua decisão foi pobre. Continuou sendo um jovem rico pobre!

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Reflexão!!!


HOSPITAL DO SENHOR

Certo dia, fui ao Hospital do Senhor para fazer um check-up de rotina e percebi que estava doente.
Quando Jesus mediu a minha pressão, constatou que estava baixa de ternura. Ao medir a temperatura, o termômetro registrou 40 graus de egoísmo. Fiz um eletrocardiograma e foi diagnosticado que necessitava urgentemente de uma ponte de amor, pois minha veia estava bloqueada e não estava abastecendo meu coração vazio.
Passei pela Ortopedia, pois estava com dificuldade de andar lado a lado com meu irmão e não conseguia abraçá-lo, por ter fraturado o braço ao tropeçar na minha vaidade. Contatou-se também miopia, pois não conseguia enxergar nada além das aparências. No Otorrino, quexei-me de ter dificuldade de ouvi-Lo e diagnosticou bloqueio em decorrência das palavras vazias do dia-a-dia.
Prometo ao sair daqui, usar somente remédios naturais que me indicou e que estão no receituário do Seu Evangelho:
Vou tomar diariamente ao me levantar: CHÁ DE AGRADECIMENTO com um comprimido de ORAÇÃO. Ao chegar ao trabalho, beber uma colher de BOM DIA. De hora em hora, um comprimido de PACIÊNCIA, com HUMILDADE. Ao chegar em casa, vou tomar uma injeção de AMOR. E ao me deitar duas capsulas de CONSCIÊNCIA TRANQUILA. Recomendou-me ainda a prática de ORAR SEM CESSAR, com LEITURA BÍBLICA.
Senhor, prometo prolongar esse tratamento preventivo por toda a vida.
Autor desconhecido.

Relax!!!


quinta-feira, 28 de julho de 2011

Pesquisa...

IBGE: 55% são contra a união gay

Uma maioria de 55% dos brasileiros é contra a decisão do Supremo Tribunal Federal que autorizou a união estável entre pessoas do mesmo sexo. Mas o tema divide a população: 52% das mulheres são a favor e 63% dos homens são contra. As opiniões variam muito em função da religião, idade e escolaridade. A pesquisa foi feita pelo Ibope Inteligência entre 14 e 18 de julho. Foram entrevistados dois mil brasileiros de todas as regiões, seguindo as cotas de distribuição por idade, sexo e classe de consumo. A margem de erro é de dois pontos porcentuais, para mais ou para menos. A decisão do STF coincide com o que pensam os brasileiros com menos de 40 anos e contraria os mais velhos. O apoio à união gay varia de 60% entre os jovens de 16 a 24 anos a 27% entre aqueles com 50 anos ou mais. Porém, nada divide mais a opinião dos brasileiros sobre o assunto que a religião. Entre os 60% de brasileiros católicos (50% a 50%) e entre os 12% de ateus/agnósticos (51% de apoio) há um racha de iguais proporções. Entre espíritas e adeptos de outras religiões não cristãs, o apoio ao casamento de pessoas do mesmo sexo chega a 60%. Quem desequilibra as opiniões contra a união estável homossexual são os evangélicos/protestantes. Com peso de 23% no total da população em idade de votar, eles são esmagadoramente contrários à decisão do STF: 77%. Apenas 23% concordam com os ministros. (O Estado de SP.) 

Mundo Jovem!


Blogs cristãos voltados para jovens e relacionamentos fazem sucesso pregando castidade. Conheça alguns
Nos últimos tempos, uma rede de blogs e sites de jovens em busca de relacionamento cristão e uma vida mais próxima de Deus ganharam notoriedade nas redes sociais.

Blogs como “Não Morda a Maçã”, “Eu Escolhi Esperar”, “Cabeça Jovem” e “Sai do Muro” somam mais de 50 mil seguidores, mas será que essa movimentação é séria ou apenas uma modismo entre os jovens?
Para o Pastor Nelson Júnior idealizador do “Eu Escolhi Esperar” muito mais do que uma moda. Coincidentemente na noite em que o programa da TV Globo “Profissão Repórter” exibia o comportamento sexual desenfreado dessa geração, o tag #GeraçãoEscolhiEsperar estava nos tt´s (Twitter Trends) como um dos assuntos mais falados do Brasil.
“Há uma geração promíscua e libertina, mas também há milhares e milhares de jovens nessa nação que estão se separando para Deus. Dizendo não ao império mundano e sim para a vontade de Deus”, afirma Nelson.
O blog Não Morda a Maçã discute assuntos como namoro cristão, vício em pornografia e estudos bíblicos. “Comecei a ler o blog há seis meses e já sinto as mudanças no cotidiano, passei a me valorizar como filha do Rei e a entender como levar esse Evangelho de amor a outras amigas que hoje lêem o blog comigo”, afirma Luciana Oliveira de 22 anos.
Para Nelson o que está acontecendo nas redes sociais é um reflexo de uma nova geração que está se levantando no Brasil. Segundo ele, milhares de jovens já tomam a decisão de guardar suas vidas, ou esperar, independentemente do que leem na Internet. O pastor também afirma não acreditar que todos que seguem o Eu Escolhi Esperar seguem suas propostas.
“Assim como um monte de gente vai a Igreja e não muda. Vamos expulsá-las da Igreja? Não. Vamos continuar pregando, crendo que estamos lançando sementes. Crendo no poder transformador da palavra. E que essas pessoas mais a frente, podem vir a ter uma experiência num ambiente favorável.”
Publicado no Gnoticias.

AD: Divórcio e Usos e Costumes

No mês de abril aconteceu na Assembleia de Deus em Cuiabá (MT) a 40ª. Assembleia Geral Ordinária (AGO) da Convenção Geral das Assembleias de Deus (CGADB). As programações ocorreram no Grande Templo da AD em Cuiabá, com a presença de pastores e demais irmãos de todo país. Todos os dias começavam com as sessões convencionais e terminavam com grandes cultos de adoração a Deus, no Grande Templo.
Durante a Convenção foi aprovada uma resolução acerca do Divórcio entre ministros das Assembleia de Deus e ratificada outra resolução instruindo as igrejas quanto aos usos e costumes, as quais transcrevo-as integralmente, conforme publicação no Mensageiro da Paz N°. 1.512/maio 2011.

- Acerca do Divorcio:

RESOLUÇÃO DO PLENÁRIO DA CGADB N°. 001/2011

            A Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil, no uso de suas atribuições e de conformidade com o disposto no art. 3°, III, IV c/c o art. 8°, I, do Estatuto Social;
            Considerando a existência de Ministros, membros da CGADB, em situação de Divórcio;
            Considerando a necessidade dessa Convenção Geral em traçar normas que regulamentem a situação ministerial dos seus membros, no sentido de preservar e manter os princípios morais e espirituais que embasam a doutrina das Assembleias de Deus no Brasil;
            Considerando que é dever dessa CGADB zelar pela observância da doutrina bíblica e dos bons costumes dos membros das Assembleias de Deus, em todo território nacional, sem prejuízo da atuação das respectivas Convenções Estaduais;

RESOLVE:
            Art. 1°. A CGADB só reconhece o Divórcio no âmbito ministerial de seus membros, nos casos de infidelidade conjugal, previstos na Bíblia sagrada e expressos em Mateus 5. 31-32; 19.19, devidamente comrpovados.
            Art. 2°. As Convenções Estaduais deverão esgotar todos os esforços possíveis no sentido de promover a reconciliação do Ministro e sua esposa, antes de serem ajuizadas Ações de Divórcio.
            Art. 3°. Esta CGADB não reconhece, no âmbito da vida ministerial de seus membros, a União Estável.
            Art. 4°. O Ministro, membro desta CGADB, divorciado nos termos do disposto no art. 1° desta Resolução ou no caso, onde a iniciativa do divórcio partir da sua esposa (1 Co 7.15), poderá permanecer ou não, na função ministerial, decisão essa, que ficará a cargo da Convenção Estadual da qual é filiado, facultando-se-lhe o direito de recursos para Mesa Diretora e para o Plenário desta Convenção Geral.
            Parágrafo 1°. O Ministro, vítima de infidelidade conjugal por parte de sua esposa, poderá contrair novas núpcias, respeitados os princípios bíblicos que norteiam a união conjugal, nos termos da permissibilidade concedida por Cristo, em Mateus 5.31 e 32; 19.9, ficando cada casa a ser examinado e decidido pelas Convenções Estaduais.
            Parágrafo 2°. Quando o Ministro der causa ao divórcio, a sua permanência ou retorno ao ministério dependerá de exame e decisão da Convenção Estadual, facultando-se-lhe ampla defesa, sendo-lhe também assegurado o recurso para a Mesa Diretora e para o plenário da Convenção Geral.
            Art. 5°. O Ministro, membro desta CGADB que acolher Ministro divorciado sem a observância do disposto na presente Resolução, será responsabilizado disciplinarmente, no âmbito desta Convenção Geral.
            Art. 6°. Ficam os Presidentes de Convenções e demais membros desta CGADB autorizados a divulgar entre a membresia das Igrejas Evangélicas Assembléias de Deus em todo o território nacional, o inteiro teor desta Resolução.
            Art. 7°. Esta Resolução entrará em vigor na data da sua publicação no “Mensageiro da Paz”, órgão oficial de publicação dos atos desta Convenção Geral.
            Art. 8°. Revogam-se a resolução 001/95, de 29 de Janeiro de 1995 e demais disposição em contrário.
            Plenário da 40ª Assembleia Geral Ordinária da CGADB em Cuiabá (MT), 13 de abril de 2011.

- Acerca de usos e costumes:

RESOLUÇÃO DO ELAD DE 1999
RATIFICADO NA 40ª AGO EM CUIABÁ

Que as igrejas se abstenham de:

1 – Ter os homens cabelos crescidos (1 Co 11.14), bem como fazer cortes extravagantes, bem como o uso de brincos;
2 – As mulheres usarem roupas que são peculiares aos homens e vestimentas indecentes e indecorosas, ou sem modéstias (1 Tm 2.9,10);
3 – Uso exagerado de pintura e maquiagem – unhas, tatuagens e cabelos (Lv 19.28; 2 RS 9.30);
4 – Uso de cabelos curtos em detrimento da recomendação bíblica (1 Co 11.6,15);
5 – Mal uso dos meios de comunicação: televisão, Internet, rádio, telefone (1 Co 6.12; Fp 4.8);
6 – Uso de bebidas alcoólicas e embriagantes (Pv 20.1; 26.31; 1 Co 6.10; Ef 5.18);
7 – Os Ministros das Assembleias de Deus deverão orientar seus fiéis quanto aos programas veiculados na TV brasileira ou em qualquer outro de imagem e som, os quais venham provocar distorções litúrgicas e confusões teológicas.

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Pesquisa revela as principais crenças evangélicas em todo mundo




Revista Época
Um instituto de pesquisas americano traçou um dos retratos mais completos de que se tem notícia das ideias dos líderes evangélicos. Os investigadores do centro de pesquisas Pew, uma instituição sem fins lucrativos que estuda costumes e tendências da sociedade, aproveitaram que líderes evangélicos do mundo todo se reuniram em um congresso na Cidade do Cabo, na África do Sul, em outubro de 2010, e fizeram aos religiosos uma série de perguntas. O relatório ficou pronto no mês passado. As respostas de 2.196 líderes, vindos de 166 países, revelaram as ideias e os sentimentos dos pastores, que inspiram um grupo de fiéis, cujo número varia de 246 milhões (de acordo com o Pew) a 600 milhões de pessoas (segundo a Aliança Evangélica Mundial). No Brasil, calcula-se que a população evangélica seja de 50 milhões de pessoas. A pesquisa descobriu que a ameaça mais temida pelos líderes entrevistados é a separação entre a fé e a vida moral e intelectual, conhecida como secularismo. Mais de 80% deles acreditam que devem manifestar suas opiniões políticas. Surpreendentemente, 58% dos líderes evangélicos das nações pobres e emergentes acreditam que a Bíblia deveria se tornar a lei de seus países.

Fonte: Época / Publicado em Apologética Cristã - Bereianos.

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Grupo Cristão Internacional de Cura ao Homossexualismo chega ao Brasil

O grupo reconhece a pecaminosidade dos atos homossexuais em quaisquer de suas formas, de acordo com as Escrituras, e crê na redenção e libertação oferecidas por Jesus Cristo a todos os que O buscam. Existem oito diretores em todo o País, que se dedicam na difícil missão de dar apoio aos que desejam deixar a homossexualidade. “São poucos os casos de pessoas que abandonaram o comportamento homossexual, mas é possível e já aconteceu. Elas frequentam igrejas normalmente. A maior dificuldade, no início, é o preconceito da própria igreja e a rejeição que elas têm de si mesmas”, destaca Ferreira.
Essa dificuldade de aceitação tem tirado muitos homossexuais de dentro das denominações tradicionais, observa o diretor. Geralmente, os líderes preocupam-se mais em apontar o seu pecado, para fortalecer a ideia de que não são coniventes com a situação, em vez de aceitá-lo e trabalhar no sentido de que o Espírito Santo de Deus o convença. “Nenhum discurso humano é capaz de converter um homossexual, alguém pode falar por horas, por mais bonito que seja, mas não vai resolver. Precisa acolhê-lo, para que Deus faça a obra de conversão em seu coração. O discurso de Jesus para o homossexual é o do amor. Se o amor de Deus não puder convencer o homem de seus erros, ninguém maispode fazê-lo”, pontua Ferreira. Na prática, a organização é um ministério que prepara a igreja para trabalhar com a questão da homossexualidade, oferecendo treinamento e orientação, com bases bíblicas, para a formação de ministérios que orientam pessoas que querem deixar esse tipo de prática. Além dos seminários, com mais ou menos três dias, a organização promove um congresso anual no Brasil. Neste ano, o evento será em Curitiba.
Saiba mais no site www.exodus.org.br.
“Não é uma questão meramente espiritual”
Um dos maiores erros das igrejas é tratar a questão da homossexualidade apenas sob a ótica da espiritualidade, afirma, com propriedade, a missionária Maria Domingos, membro da Exodus Brasil e que há 8 anos trabalha na linha de frente com orientação para homossexuais: “Não é uma questão meramente espiritual. Se fosse assim oraríamos e tudo estaria resolvido. Também não se pode dizer que é apenas psicológica. Se assim fosse, bons psicólogos tratariam da questão sem dificuldades”.
Maria explica que a psicologia entende que a homossexualidade é uma orientação sexual tal como é a heterossexualidade. Um tratado do ConselhoFederal de Psicologia orienta que os profissionais desta área devem aceitar o comportamento dos homossexuais.
Mas, como conselheira cristã, seu trabalho tem um sentido diferente. “Pelo que temos presenciado nas experiências como orientadoras, a homossexualidade é um processo de construção, que tem as suas bases na infância. Segundo alguns psicólogos, trata-se de uma reparação afetiva perdida nessa época. Não há nenhuma comprovação de relação genética”, explica. Aos que falam com pouco conhecimento de causa, ela esclarece: “As pessoas erram quando dizem que o problema é sem vergonhice ou demoníaco. O demônio se submete ao nome de Jesus, mas o comportamento não. E, como já foi dito, homossexualidade é um comportamento aprendido durante toda a vida”.


* Colaboração Samuel Júnior.