domingo, 16 de setembro de 2012

Gospel de Rapina




Por Walter McAlister

Soube hoje que as Igrejas Cristãs Nova Vida, da qual sou o Bispo Primaz, foram notificadas de que teriam de pagar direitos autorais pela execução de músicas de “louvor” nos seus cultos. Cada uma de nossas igrejas ficaria, assim, responsável por declarar o número de membros e a frequência aos seus cultos, para que fosse avaliado o imposto a ser pago ao Christian Copyright Licensing International (CCLI), sociedade que realiza a arrecadação e a distribuição de direitos autorais decorrentes da execução pública de músicas nacionais e estrangeiras. Por sua vez, o CCLI repassaria o valor devido aos compositores cujas músicas estão cadastradas.

São poucas as vezes em que me vejo sequestrado por um assunto do momento aqui no blog. Tenho como norma pessoal não me deixar levar pelas “últimas”.  Já há bastante alvoroço em torno de assuntos efêmeros e não precisam da minha voz para somar à confusão instaurada por “notícias” e controvérsias. Não obstante essa regra que tento seguir, não posso me calar ante esse fato. Já deixei passar algumas horas até que a minha revolta se acalmasse, para que, no seu lugar, pudesse me expressar com clareza e me reportar às Escrituras como regra. Pois, em meio ao transtorno, ninguém se contém e acaba por pecar pelo excesso. Isso não quer dizer que me sinta menos convicto sobre o que tenho a dizer, mas quero realmente trazer uma perspectiva lúcida.

Comecemos pelo que constitui o direito autoral e o porquê da sua existência. Seria justo que alguém lucrasse pelo trabalho, a inspiração e a arte de outro sem que o autor da obra participasse dos lucros? Certamente que não. Cada emissora de rádio, show ou outro tipo de empreendimento com fins lucrativos deve prestar a devida parcela do seu lucro a quem ajudou a produzir essa arte.

Por outro lado, a Igreja é um empreendimento com fins lucrativos? Não – segundo a definição do próprio Estado brasileiro. Ela goza de certos privilégios, na compreensão de que a sua atividade é religiosa, devota e piedosa e, sendo assim, sem fins lucrativos. Que muitos “lucram” em nome da Igreja ninguém duvida. Mas, em termos estritamente definidos pela legislação, não é um empreendimento que tenha como finalidade o lucro.

Louvar a Deus é uma atividade que gera rentabilidade? Também não. Quando cantamos ao Senhor, estamos nos expressando a Deus em sacrifício santo e agradável a Ele (se bem que não caem nesta categoria muitas das músicas que doravante serão objeto de taxação, por decreto-lei). Mas, para manter o fio da meada desta reflexão, suponhamos que as músicas adocicadas, sem fundamento em qualquer real princípio cristão, emotivas e, em alguns casos, passionais (para não dizer sensuais) sejam realmente louvor (algo que tenho tentado ensinar a nossa denominação que não são).  Cantar essas músicas traz lucro para a igreja? A resposta é não. A igreja não lucra. Não há um centavo a mais caindo nas salvas porque cantamos uma música de uma dessas cantoras gospel da moda em vez de Castelo Forte. É possível fazer um culto fundamentado apenas nas músicas riquíssimas do Cantor Cristão e da Harpa Cristã (para não falar nos Vencedores por Cristo, cuja maioria das canções não recai sobre este novo decreto-lei).

Esses cantores e essas cantoras têm o apoio de empresários da fé. Homens que também lucram absurdamente às custas da boa-fé de pessoas a quem prometem uma vida de lucro pelo seu envolvimento. Não me surpreende ver a lista de “notáveis” que apoiam essa iniciativa.

Agora, esses cantores que se venderam para emissoras de televisão, que ganham fortunas nas suas turnês “gospel” e pela venda de incontáveis CDs e DVDs, não estão satisfeitos. Querem mais. Querem “enterrar os ossos”. Tornaram-se mercadores da fé, e com essa última cartada, suas máscaras caem por terra. Que máscaras? As que fazem com que acreditemos que eles realmente creem que o culto é para Deus somente. Para eles, a igreja não passa de fonte de lucro. A igreja não passa de um negócio. Sim, porque, por essa ação, afirmam não acreditar que a igreja seja uma assembleia de sacrifício. Para eles, a igreja é uma máquina de dinheiro. Sua eclesiologia é clara. Suas lágrimas de comoção são teatro. Seus gestos de mãos erguidas não passam de encenação.

A despeito do meu repúdio por esse grupo de músicos “cristãos”, fico grato a eles por uma razão. Tenho tentado ensinar a denominação que lidero a ser mais criteriosa na escolha das músicas cantadas nos cultos. Por força da popularidade desses “superastros do louvor” a pressão da juventude e dos músicos da igreja tem sido quase insuportável. Então cantam as músicas sem devocionalidade real deles e delas para o enlevo de pessoas que nem precisavam confessar Jesus para cantá-las com comoção. Graças ao mercantilismo dos tais, vou emitir uma circular para as nossas igrejas em que instruirei todas a pagar os direitos autorais devidos caso queiram insistir em usar as referidas músicas da moda em seus cultos.

Os que não querem fazer parte desse mercado de rapina receberão uma lista compreensiva de músicas que continuam sendo de domínio público, inclusive as que compus e pelas quais nunca recebi nem quero receber um centavo. Graças a Deus, são os bons e velhos hinos que têm conteúdo e substância, confissão e verdadeiro testemunho do Evangelho. Há centenas de hinos antigos que vamos tirar das prateleiras e redescobrir. Podemos aprendê-los e retrabalhá-los para torná-los atuais aos nossos dias, com arranjos interessantes. Músicas escritas por santos e não por crianças. Músicas escritas para a glória de Deus e não para lucro sórdido. Sim, falei sórdido. Pois os atuais já lucraram com o que é legítimo. Agora vão atrás do resto. É um gospel de rapina. Sinto-me na necessidade de tomar um banho, pois essa história me forçou a passear pelo lamaçal onde esses chafurdam para encher a própria barriga – que é o seu deus, afinal.

Que bom que já me acalmei, pois realmente tinha vontade de dizer muito mais.

Na paz,
+W

 ATUALIZADO em 15/09:

Devido a um novo entendimento do ocorrido, leia o esclarecimento a respeito da correspondência recebida e da repercussão desse caso: Minha despedida do mundo “gospel”.

terça-feira, 11 de setembro de 2012

Armário do Evangelismo






Por Cintia Kaneshigue
Vivendo a Última Hora

"Porque os meus pensamentos não são os vossos pensamentos, nem os vossos caminhos os meus caminhos, diz o SENHOR.  Porque assim como os céus são mais altos do que a terra, assim são os meus caminhos mais altos do que os vossos caminhos, e os meus pensamentos mais altos do que os vossos pensamentos." - Isaías 55.8-9.

"Depois disto ouvi a voz do Senhor, que dizia: A quem enviarei, e quem há de ir por nós? Então disse eu: Eis-me aqui, envia-me a mim." -  Isaías 6.8.

No Japão, a maioria dos estrangeiros vem para trabalhar em fábricas. As opções são diversas, mas a maioria das vagas são para componentes eletrônicos, auto-peças ou comida. Desde que cheguei aqui aprendi a trabalhar em linhas de montagens de eletrônicos, comecei montando Playstation 2, passei por câmeras profissionais, celulares, etc. 

A maior parte do tempo de nossas vidas são vividas dentro dessas fábricas. Então para nós, os "crentes", este é o melhor campo missionário. É na indústria que temos as melhores oportunidades de fazermos amizade, de contar sobre a salvação, sobre o sarifício de Jesus.

Gostaria de compartilhar uma dessas oportunidades que tive. Quando estava grávida, fui trabalhar em uma linha de produção de vídeo-câmeras profissionais de uma marca famosa. E ao meu lado havia um jovem de 17 anos. Rapidamente ficamos amigos. Fazíamos todos os intervalos e almoço juntos. Ele gostava de ouvir as minhas experiências com Jesus. Era um jovem que estava buscando sentido para a vida!

Estava disposta a desistir daquela alma. Sabia que quando o bebê nascesse eu não estaria mais ali para evangelizá-lo. Um certo dia o jovem me disse que o seu pai, que trabalhava na mesma fábrica só que no período noturno, estava querendo um armário, para guardar seus pertences no horário de serviço, e os armários só eram concedidos para mulheres. Então mais que prontamente, ofereci o meu, pois eu não usaria ele durante a noite. O pai dele aceitou, e passamos a dividir o armário.

Depois de uns dois meses, perguntei ao jovem se não podíamos visitar a casa dele, a família, para podermos levar a Palavra até eles, a essa altura o jovem já estava congregando conosco. Ele disse que pediria permissão ao pai. A permissão foi concedida e nós fomos até lá, eu, meu marido e o filho mais velho.

Quando encontrei pela primeira vez o pai do jovem, ele falou para mim: "você sabe porque permiti que você viesse até a minha casa? Porque você me emprestou o seu armário, mesmo sem me conhecer, você me ajudou, e eu não esperava esse tipo de atitude nesse mundo de desconfiança e mesquinharia." Depois de três meses de visitas aquela família toda se firmou na igreja, hoje estão no Brasil, onde também congregam.

Muitas vezes pensamos que precisamos ser super entendidos em muitos assuntos, que precisamos ter muitas respostas para evangelizar as pessoas. Mas, na minha opinião, o que precisamos é ter atitude!

Como eu imaginaria que a porta de entrada para uma família inteira era somente a porta de um armário de vestiário? Deus tem muitas formas de trabalhar em mentes e corações, e nós não precisamos saber de tudo, somente precisamos crer que o Senhor pode nos usar como instrumento de benção para os outros, se nós quisermos ser usados!


Extraído de Blogueiroscristãos.

"Senhor, da a vitória a ele"

“Senhor, dá a vitória a ele”, diz pastor ao lado de Serra em culto




José Serra, candidato a prefeitura de São Paulo pelo PSDB, esteve participando de ao menos três cultos evangélicos durante o feriado de 7 de Setembro, de acordo com o jornal Folha de São Paulo.
Em um desses cultos o candidato recebeu a benção do apóstolo Agenor Duque, da Igreja Apostólica Plenitude do Trono de Deus que fez uma oração clamando por vitória para o tucano.
“Senhor, entrega a vitória na mão dele, Senhor. Não esqueça, Serra, quando você estiver lá na prefeitura, de lembrar do povo de Deus”, orou o apóstolo.
Em outra igreja, Serra chegou a testemunhar dizendo que combate a “todas essas coisas que destroem a família” citando sua luta contra os jogos de azar. “Tive familiares que se arruinaram no bingo, e, quando fui senador, fui eu quem impediu que os cassinos fossem aprovados no Brasil.”
Nesta participação em uma igreja que não foi citada pela reportagem da Folha, o preletor foi o pastor Marco Feliciano que falou sobre seu desejo de ter um presidente evangélico no Brasil e ainda afirmou que há “estratégias do diabo” para impedir que um “cristão” governe o país.
Nomeando essas estratégias, Feliciano que é deputado federal citou o movimento gay e os grupos que pregam a liberação do aborto. “A militância dos gays, a militância do povo que luta pelo aborto, a militância dos que querem descriminalizar as drogas”.
A agenda do candidato José Serra tem algumas participações em cultos evangélicos para aproximar o candidato do público. Outros candidatos também estão interessados em atrair o eleitorado religioso e estão buscando acordos com líderes para ganhar mais votos.

Extraído do GospelPrime.

domingo, 15 de julho de 2012

20 versiculos que provam que a teologia da prosperidade está CERTA!

Por André Sanchez

Todos sabem que existem vários versículos que provam veementemente que a teologia da prosperidade está correta. Fiz uma pequena coletânea entre os milhares versos que existem e trouxe a vocês os 20 mais importantes. 


1- “Deus quer te abençoar, mas se você não ofertar, Ele não terá poder de fazer isso por você” (II Heresias 3. 16) 

2 – “Você pode desonrar seu pai e sua mãe e até deixá-los passar necessidades, mas nunca seu apóstolo” (I Apostolicensses 1.1) 

3 – “A oferta é a alavanca que move a mão de Deus a seu favor” (1 Cretinices 4. 3) 

4 – “A fé sem ofertas é morta” ( 1 Dólar 1. 8) 

5 – “E Jesus entrou em Jerusalém montando seu jumentinho de dez mil talentos” (Juao 15. 23) 

6 – “Disse o apóstolo, cheio do espírito, a todos que o ouviam: Minha conta corrente é 1.000/07” (II Conta Corrente 1. 71) 

7 – “Assim que a oferta entrar na conta corrente deus dirá ao anjo Money: Destranque as janelas do céu e prenda o devorador na casinha” ( II Malaquias 3.15) 

8 – “É com a semente que sai da sua carteira que a obra de deus é realizada na terra” ( I Heresias 2. 8) 

9 – “Participe das campanhas de vitória financeira e Deus tirará dos ricos e dará a você” (1 Robin Hood 2. 3) 

10 – “E alguns paulistanos foram mais nobres que os de Boraceia, pois semearam nesse ministério em dólar.” ( 1 Tio Patinhas 1. 7) 

11 – “deus quer te dar a melhor roupa, o melhor carro, a melhor casa… só não te deu ainda porque você não tem determinado isso a ele com fé” (Absurdicensses 1. 25) 

12 – “Assim ordenou também o senhor que os que pregam o evangelho que fiquem ricos com o evangelho” ( I Falácia 1. 1) 

13 – “Primiciar é mover a mão de Deus a seu favor e a favor dos donos da igreja” ( I Primicias 1. 1) 

14 -“Confia no senhor, dê sua oferta, faça sacrifícios financeiros e os seus desígnios serão estabelecidos” (Absurdicensses 8. 32) 

15 – “E Gesuis encontrou no templo os que vendiam bois, ovelhas e pombas e também os cambistas assentados; parabenizou-os pelas boas vendas que faziam, porém, expulsou os que ali oravam e quebrantavam seus corações, mas não ofertavam e nem compravam nada, bem como todo pobre que ali estava, e disse-lhes: A casa me meu pai é casa de negócio e não um covil de doentes e pobres!” (Indireticensses 2. 8) 

16 – “É mais fácil passar um camelo pelo buraco de uma agulha do que entrar alguém que não oferta, que não primicia, que não faz sacrifícios financeiros, nas igrejas da teologia da prosperidade” ( Sofismas 3. 12) 

17 – “Porque o amor do dinheiro é a raiz de todas as bênçãos” ( 1 Mamon 1. 1) 

18 – “Sacrifícios agradáveis a deus são os dízimos e as ofertas; coração que determina e exige, não os desprezarás, ó deus” (Salmos de Mamon 119. 3) 

19 – “O maior mandamento é: Amarás a Mamon, teu deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento. O segundo, semelhante a este, é: Honre e oferte aos seus líderes como a ti mesmo” ( 2 Leis de Mamon 2. 15) 

20 – “Pelas suas ofertas o conhecereis. Pode, acaso, de um coração cheio de fé e do espírito, sair uma oferta pequena? (Apolion 15. 12) 

E agora, sob o ponto de vista desse versículos, concorda que a teologia da prosperidade está certa?

quinta-feira, 31 de maio de 2012

Lei Geral da Religiões


Deputado evangélico João Campos reclama de demora na aprovação da Lei Geral das Religiões


O deputado federal João Campos reclamou da demora na aprovação da Lei Geral das Religiões, evangélico, o parlamentar se manifestou através do Twitter fazendo críticas ao senado, “Por que Senadores ainda não aprovaram o projeto de Lei Geral das Religiões, regulamentando a Constituição Federal, mas aprovam aborto e casamento gay?”, citou em sua postagem. De autoria do deputado federal George Hilton, que é membro da Igreja Universal do Reino de Deus, o projeto propõe uma uniformidade em relação aos benefícios cedidos às religiões, deixando-as em par de igualdade. O texto seria uma adaptação do Estatuto da Igreja Católica, porém, incluindo outras religiões. Segundo Hilton, “A regulamentação é fundamental porque garante a liberdade a todas as religiões”, permitindo que as instituições prestem assistência espiritual às pessoas, em estabelecimentos saúde, assistência social, em escolas, presídios, etc. Já João Campos, também se manifestou sobre a polêmica “Lei da Palmada”, ele defendeu que o tema deve ser debatido na Câmara dos Deputados antes de ser encaminhada ao Senado Federal. O projeto propõe a proibição de os pais castigarem fisicamente seus filhos. A Frente Parlamentar Evangélica tem se manifestado contra a proposta, para o deputado federal e pastor Marco Feliciano “O projeto é desnecessário, inócuo e sem fundamento. A solução agora seria engavetá-lo”, citou.


sexta-feira, 25 de maio de 2012

Homossexuais: União Estável


Comissão aprova união estável entre homossexuais


A Comissão de Direitos Humanos do Senado aprovou nesta quinta-feira (24) projeto de lei que inclui no Código Civil a união estável entre homossexuais e sua futura conversão em casamento. A proposta transforma em lei uma decisão já tomada por unanimidade pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em maio de 2011, quando reconheceu a união estável de homossexuais como unidade familiar.
Em seu relatório sobre o PL, a senadora Lídice da Mata (PSB-BA) defendeu a proposta lembrando que o Congresso está atrasado não apenas em relação ao STF, quanto em relação à Receita Federal e ao INSS, que já reconhecem casais do mesmo sexo em suas normas. A senadora lembra, no entanto, que a conversão de união estável em casamento não tem qualquer relação com o casamento religioso.A proposta, da senadora Marta Suplicy (PT-SP), ainda terá que passar pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) antes de ir a plenário e também terá que ser votada pela Câmara dos Deputados, onde deverá enfrentar muito mais resistência do que no Senado, especialmente por parte da chamada bancada evangélica.
"O projeto dispõe somente sobre a união estável e o casamento civil, sem qualquer impacto sobre o casamento religioso. Dessa forma, não fere de modo algum a liberdade de organização religiosa nem a de crença de qualquer pessoa, embora garanta, por outro lado, que a fé de uns não se sobreponha à liberdade pessoal de outros", apontou em seu relatório.
Apesar da decisão do STF, que serve de jurisprudência para as demais esferas judiciais, casais homossexuais têm tido dificuldade em obter na Justiça a conversão, mesmo em cidades grandes como São Paulo e Rio de Janeiro. Vários juízes alegam, apesar da decisão do órgão superior, que não há legislação a respeito. Durante a votação do STF, o então presidente do Tribunal, ministro Cezar Peluso, cobrou do Congresso que "assumisse a tarefa que até agora não se sentiu propensa a fazer" e transformasse a conversão em lei.

Do Uol.

terça-feira, 22 de maio de 2012

Entrevista: Pr. Silas Malafaia

Integra da entrevista concedida pelo Pr. Silas Malafaia ao Portal IG.


iG: Qual é a principal mensagem transmitida na Marcha para Jesus? 
Silas Malafaia: Ela é baseada em quatro princípios que acreditamos: em favor da liberdade de expressão, da vida, da liberdade religiosa e da família tradicional composta por homem, mulher e seus filhos. Marcamos as posições que defendemos.

iG: Isso ficou claro no evento realizado no ano passado em São Paulo, quando foram abordados temas como a união gay e o aborto. Uma de suas bandeiras é ser contra o projeto de lei que criminaliza a homofobia. Por quê? 
Silas Malafaia: Deixa eu te falar uma coisa, amigo. Os grupos ativistas gays passam de usuários da liberdade de expressão para censores. Essa lei, como está aqui no Brasil, não existe em nenhum lugar do planeta Terra. Ela fere frontalmente a Constituição, é uma piada. A Constituição diz que ninguém pode ser cerceado por convicção religiosa, política ou filosófica. É uma lei do privilégio.

iG: Mas o senhor não acha que deveria ser feito algo para evitar as discriminações e agressões físicas aos gays? 
Silas Malafaia: Não desejo que ninguém morra, ok? Mas os homossexuais dizem que foram assassinados 260 deles no ano passado. Cinquenta mil pessoas foram assassinadas no Brasil no ano passado. O número de homossexuais mortos representa 0,52%. Um dado que eles não falam: grande parte das mortes é resultado de briga de amor entre eles. Que papo é esse? No mínimo, uns 50%. Homofobia é falácia de ativista gay para manter verbas para suas ONGs para fazer propaganda de que o Brasil é um país homofóbico. Homofóbico uma vírgula, amigo.

Foto: Fábio Guimarães / Extra / Agência O Globo"Não sou um mané e nem minha igreja é de idiotas", diz o pastor Silas Malafaia
iG: Por causa desses números, que o senhor considera baixos, a lei não precisaria ser criada? 
Silas Malafaia: É lógico! E tem outra, amigo. Na lei diz o seguinte: pena de três a cinco anos de cadeia para as pessoas que impedirem a presença de qualquer homossexual em locais públicos de sua relação afetiva. O lugar do culto, o templo, é garantido pela Constituição, mas o pátio da igreja não está. Significa que, se um casal de homossexuais estiver se beijando no pátio da minha igreja e eu colocar para fora, vou pegar de três a cinco anos de cadeia. Que história é essa? É uma aberração! No Brasil, pode-se criticar presidentes, políticos, ministros, pastores, padres, o diabo. Se criticar homossexual, é homofobia. Manda esses caras verem se eu tô na esquina!

iG: O senhor acredita que possa haver ex-gay? 
Silas Malafaia: Se você quiser, eu te mostro. Existe uma associação de ex-gays. O cara que preside foi travesti em Roma, com silicone no peito e na bunda (ri). Ele é casado há dez anos. Ser homossexual é um comportamento, como tantos outros. Ninguém nasce homossexual. Não tem ordem cromossômica ou determinismo genético. Mas o cara quer ser gay? É um direito dele. E essa conversa do deputado federal gay de que a igreja evangélica provoca tortura física e psicológica para curar gays? Isso é um safado, mentiroso! Quando é que a igreja força alguém a deixar de ser gay? A igreja não cura, ela trabalha com uma palavra chamada libertação.

iG: E se o seu filho fosse gay, o que o senhor faria? 
Silas Malafaia: Amaria 100% e condenaria sua prática 100%. Não deixaria de amá-lo, mas garanto que ia condenar. Há uma ideia na sociedade de que amar é ser tolerante e encobrir o erro do outro. Pelo contrário, amar é dizer a verdade e confrontar o outro para ajudá-lo a ser melhor.

iG: O presidente americano Barack Obama declarou recentemente ser a favor do casamento gay. O senhor acha que essa posição pode fortalecer o movimento gay? 
Silas Malafaia: Sim. Mas, pressionado, o presidente Obama está fazendo um jogo de uma cartada de alto risco. Se a eleição americana tivesse um republicano forte, com liderança, jamais o Obama abriria a boca para falar isso. É ruim, amigão.

iG: Ultimamente as telenovelas da Rede Globo costumam contar com personagens homossexuais. Qual é a sua opinião? 
Silas Malafaia: (Irônico) Querido, muitos escritores da Globo são gays, né, irmão. O mais famoso deles é gay declarado. Escrevi uma carta para a direção da Globo dizendo o seguinte: imagina se na novela das 18h, das 19h, das 21h e nos humorísticos tivessem personagens evangélicos. Não ia ser uma chatice? Acho que sim. Eles estão caindo no ridículo porque já está ficando chato demais. E outra. Você já viu que os gays nas novelas são politicamente corretos? E os evangélicos são babacas, estúpidos, idiotas. Qual é o objetivo? Irmão, o ser humano é um ser social, que vive de identificação. A televisão é um instrumento poderoso para mudar comportamento.

Foto: Fábio Guimarães / Extra / Agência O GloboMalafaia: "Homofobia é falácia de ativista gay para manter verbas para suas ONGs"
iG: O senhor costuma dizer que a maior parte dos abortos é fruto de promiscuidade e irresponsabilidade. E em casos de estupro e de bebês anencéfalos, qual é a sua opinião? 
Silas Malafaia: Irmão, sou contra qualquer tipo de aborto e te explico o motivo. Na gestação, o agente passivo é a mãe. O agente ativo é o feto, ele não é prolongamento do corpo da mãe. É o bebê que regula a estação da mãe, o líquido amniótico. Se não estivesse protegido por aquela capa, ele era expulso do corpo da mulher como um corpo estranho. Doa essa criança!

iG: Algumas pessoas defendem a ideia de que muitas mulheres morrem em clínicas clandestinas de aborto. Se a prática fosse legalizada, isso não ocorreria. O aborto é uma questão de saúde pública? 
Silas Malafaia: Saúde pública é proteger a mãe e o bebê. Não existe saúde pública protegendo a mãe e matando o bebê. Saúde pública é dar vida, longevidade.

iG: Em junho do ano que vem, a Igreja Católica vai realizar no Rio a Jornada Mundial da Juventude, com a vinda do Papa. O que o senhor acha da realização desse evento na cidade? 
Silas Malafaia: Parabéns para a Igreja Católica. Acho bacana a conscientização à juventude. Dou parabéns, não tenho nada contra.

iG: Foi veiculada na Rede Record, do bispo Edir Macedo, uma matéria atacando o apóstolo Valdemiro Santiago. Após a exibição, o senhor declarou que era o “sujo falando do mal lavado”. 
Silas Malafaia: Eu já defendi ambos em situações difíceis, até de perseguição. Não me arrependo. Critiquei a matéria porque quem é Macedo para falar de Valdemiro? Como ele pode fazer essas acusações? Ele tem que ficar quieto. Com que dinheiro foi comprada a Rede Record? Com a oferta de dízimos. Então ele não tem autoridade para falar. E o senhor Valdemiro, que vem batendo no Macedo, também não tem autoridade para falar. É feio para o Valdemiro cuspir no prato que comeu.

iG: Como é a sua relação atual com eles? 
Silas Malafaia: Mantenho distância dos dois por causa das posturas desleais que ambos tiveram comigo. O Valdemiro comprou o meu horário na TV, oferecendo uma quantia maior. Defendo o cara no meu programa quando outros descem o pau nele e ele vai por trás e compra o meu horário? (Indignado) Tenho princípio de caráter e moral, amigo. O Macedo eu defendi, sem ter me pedido, quando ele foi preso. Marquei minha posição. Aí, ele aumentou quase dez vezes o valor do horário que eu tinha na emissora dele para me colocar para fora porque não quis participar de um esquema político.

iG: Como era esse esquema? 
Silas Malafaia: Ele queria que eu me candidatasse em 1998 a deputado federal e neguei. Se ele tivesse caráter e falasse que não me queria mais na emissora dele, eu o teria respeitado. Sua atitude não foi só deselegante, como também faltou ética.

Foto: Fábio Guimarães / Extra / Agência O Globo"Nem para o cargo de assistente de carimbador de vereador quero concorrer", diz Malafaia
iG: Tantos anos depois desse convite, hoje o senhor pensa em entrar para a política? 
Silas Malafaia: Amigo, sou pastor. Sou um cara para influenciar, não para ser. Aqui no Estado do Rio, ajudei a eleger meu irmão (Samuel Malafaia - PSD) como terceiro deputado estadual mais votado e ajudei outros três deputados federais. Quero influenciar. Ser, nunca. Nem para o cargo de assistente de carimbador de vereador quero concorrer.

iG: Em 2009, houve uma polêmica com o jatinho que o senhor comprou nos Estados Unidos. Em quais situações ele é utilizado? 
Silas Malafaia: Não tenho nada a esconder, irmão. Nunca enganei as pessoas que colaboram comigo. O avião era usado, custou três milhões de dólares e está em nome da Associação Vitória em Cristo. Sou presidente de uma instituição, viajo pra cima e pra baixo, ela tem fundos, meus parceiros são informados do que vou fazer e querem me acusar de quê? O Papa pode andar de jumbo. Mas pastor quando anda de avião é ladrão e está roubando o povo otário que não sabe nada.

iG: Como é o nível de escolaridade dos fiéis da sua igreja? 
Silas Malafaia: Amigo, na minha igreja tem desembargador, procurador, empresários, pessoas fazendo doutorado e gente pobre também. A igreja evangélica tem todos os tipos de classe. Pensam que ela é formada por um bando de babacas iletrados e um malandro toma o dinheiro deles e faz o que quer. Igreja, como qualquer entidade sem fins lucrativos, não paga Imposto de Renda, mas é obrigada a declarar o movimento. Se eu estiver fazendo sacanagem, vou para o saco, irmão!

iG: E por que teve tanta repercussão aquele vídeo (assista) em que o senhor pedia um mês de aluguel para plantar a semente da casa própria? 
Silas Malafaia: Vai ver o troço, rapaz (irritado). Fiz um vídeo para os membros da minha igreja. Uma campanha: se você acredita e quer, pegue um mês de aluguel, que pode ser dividido por um ano, e semeie pela fé como oferta na igreja, acreditando e crendo que Deus vai abrir uma porta para você ter uma casa própria. É para quem crê. Ninguém é obrigado.

iG: Não são por causa de iniciativas como essa que surgem os preconceitos? 
Silas Malafaia: Filho, não posso prometer aquilo que não tenho poder para dar. Uma coisa é dizer (eleva o tom de voz): me dê uma oferta que você vai comprar a sua casa própria. Outra coisa é dizer (abaixa o tom de voz): meus irmãos, quero fazer uma campanha de fé para quem desejar. Se você não crê, não faça. Quer ir à minha igreja para ver os testemunhos de quantas pessoas que moravam de aluguel compraram a casa própria? Irmão, com todo respeito, não sou um pastor analfabeto. Tenho formação. Não sou um mané e nem minha igreja é de idiotas. Se chego na minha igreja e digo que, se o cara der uma oferta, ele ganha aquilo, sou colocado pra fora.

iG: De onde vem o seu dinheiro? 
Silas Malafaia: Sou dono da editora Central Gospel. Da igreja tenho direito a salário, mas como estou no projeto gigante de abrir igrejas, abri mão. Sou o pastor que mais vende palestras em DVD e livros no País. No ano passado, só a Avon comprou mais de 500 mil livros meus. Nos últimos cinco anos, vendi em cada ano mais de um milhão de livros. Como tenho outro meio de renda, abri mão do salário da igreja. Não porque ela não quis pagar. Ela paga muito bem a pastor.

Foto: Fábio Guimarães / Extra / Agência O Globo"Nas novelas, os evangélicos são babacas, estúpidos e idiotas", avalia Silas Malafaia
iG: E o senhor faz declaração do Imposto de Renda... 
Silas Malafaia: Lógico, hermano. Tudo meu, brother, está declarado. Um apartamento que tenho em Boca Ratton, nos Estados Unidos, usado pelo meu filho quando estava fazendo universidade, financiado em 30 anos, consta na declaração de ativos no exterior no Banco Central. Estou muito bem documentado. Meu amigo, o único animal que tenho é um cachorro, não tenho gado, fazenda nem sítio. Moro em uma boa casa em um condomínio no Recreio dos Bandeirantes (bairro da zona oeste do Rio), que adquiri a cinco ou seis anos. Tenho minha consciência limpa. Sou dono da segunda maior editora gospel do País. Ela fatura mais de R$ 50 milhões por ano. Então acho que posso ter alguma coisinha.

iG: Quanto ganham em média os pastores da sua igreja? 
Silas Malafaia: Ninguém ganha igual. Cada um tem o seu valor. Tenho pastores que ganham entre R$ 4 mil e R$ 22 mil. Pastores que mando para outro estado, pago casa, água, luz, escola dos filhos, gasolina. Dou dignidade aos caras. Não trabalho com zé bobão. Tinha dois pastores que eram advogados e possuíam escritórios de advocacia. Cheguei e perguntei: amigo, o que você quer ser? Pastor ou advogado? Qual é teu chamado? Pastor? Então fecha essa porcaria e vem comigo. Não tenho gente que não ia ser nada na vida e virou pastor.

iG: O senhor diz que é o único pastor que fala em valores. Quanto o senhor paga pelo o seu tempo na TV? 
Silas Malafaia: Não posso dizer o que pago na Band por regra contratual. Na Rede TV, pago R$ 900 mil por mês. Na CNT, pago R$ 450 mil. Eu dou número, amigo. Não tenho problemas.

iG: Para finalizar, o senhor aceitaria receber dízimo de um político de Brasília? 
Silas Malafaia: Amigo, em todo segmento tem bandido. Pastor, padre, jornalista, médico, advogado e vai embora. Se um cara é membro da minha igreja e dá o dízimo, ele não dá na minha mão. Tenho 25 mil membros. Meu irmão é deputado no Rio. Dá dízimo na minha igreja. Se um cara chega para mim e diz que fez uma tramoia, não quero. Não posso ficar perguntando a 25 mil membros de onde vem o dinheiro. Recebo o dízimo porque não acredito que todo político seja bandido. Se eu souber de onde vem o dinheiro, muda a situação. Ô pastor, fiz um negócio aqui com a Delta ou com o Cachoeira... (ri)! 

Ciência: Cura pela Fé

Pesquisadora afirma que a cura pela fé é uma questão relevante para os cientistas
Ela esteve acompanhando até casos brasileiros de pessoas que antes de receberem uma oração estavam doentes e depois se curaram.
   

Em entrevista ao portal Terra a professora americana da Universidade de Indiana, Candy Gunther Brown falou sobre suas pesquisas sobre a cura através da fé e sobre o livro que está lançando, Testing Prayer: Science and Healing (Testando a oração: Ciência e Cura, em tradução livre), onde relata o que viu ao visitar países como o Brasil que realizam cultos cristãos em favor da cura.
Com sua pesquisa Brown quer mostrar para a comunidade científica que as orações podem sim trazer resultados positivos no tratamento de doentes e também mostrar como esse método é usado por diferentes culturas.
O objetivo principal da autora é tentar mostrar que a saúde pública pode melhorar com a implementação de técnicas sobrenaturais que não exigem muitos recursos. “O que estou buscando pode ser empiricamente demonstrado como maneiras eficazes de buscar a cura para problemas de saúde. Particularmente nos países onde os recursos médicos são limitados, faz sentido buscar métodos que não exijam esses tipos convencionais de tratamentos médicos”, disse ela.
Durante sua pesquisa ela pode relatar alguns testemunhos de pessoas curadas, seguindo a Global Awakening (organização cristã que realiza cultos em diversas partes do mundo) ela esteve em um culto na cidade de Imperatriz, no Maranhão, onde conheceu uma mulher que foi curada de câncer no tórax.
“As pessoas oraram por ela por algumas horas e, naquele mesmo momento, ela começou a se sentir melhor e forte o suficiente para levantar e cantar. Ela ainda está bem e trabalha como radialista”, atesta Brown.
Como pesquisadora ela chegou a fazer alguns testes com pessoas que alegavam terem sido curadas de problemas na visão e na audição, constatando que tanto no Brasil como em Moçambique a melhora clínica era comprovada.
“Contei com uma equipe que realizou testes com audiômetro e de visão em Moçambique e no Brasil, comprovando melhoras na audição e na visão das pessoas que acreditavam terem sido curadas. Essas pessoas tinham realmente melhorado por causa das orações, e a melhora delas era tão grande que fomos capazes de atingir um significado estatístico padrão, sugerindo que isso não era apenas uma coincidência e que o efeito era real”.


Fonte: GospelPrime.


terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Sexo, sem culpa


Nesta última terça-feira de novembro, no dia 30, tive o privilegio de meditar um pouco com a Igreja, a qual pastoreio, sobre família. Subalterno ao segundo capítulo do evangelho de João, falei sobre quando o vinho acaba o que fazer?

Sabemos que o vinho é sinônimo de alegria, de festa e de amor. E uma das alegrias que muitos têm deixado escapar é a felicidade do sexo no casamento. Alguns extrapolam os limites e terminam pecando contra Deus, ao passo, que outros, são tão limitados que perdem de desfrutar de uma vida de plena felicidade e prazer sexual com seu cônjuge.  O grande teólogo do século XX, Karl Bart disse que a sexualidade humana “vacila entre o erotismo iníquo, por um lado, e uma iníqua ausência de erotismo, por outro”. Ou seja: o cônjuge cristão não pode permitir que seu leito conjugal seja contaminado pela indústria pornográfica e pelas falsas promessas de prazer extraconjugal, mas encontra partida, não se pode deixar dominar pela rigidez de alguns, conduzidos por interpretações equivocadas da Bíblia. Onde muitos só enxergam proibições, a Bíblia nada diz. A Bíblia não fala sobre posição adequada, local permitido e nem mesmo sobre sexo oral. Não podemos discriminar aquilo que a palavra de Deus não discrimina

O pastor Luiz Tarquínio, em seu livro: Inteligência Conjugal – Segredos para um casamento de sucesso, incentiva aos casais a aproveitarem plenamente da sexualidade, desfrutando ao máximo dessa benção forjada por Deus. Pois o sexo aromatiza o casamento, dá alegria e beleza. É no casamento que a sexualidade é vivida em sua forma mais intensa, mais prazerosa e sem culpa. No casamento os cônjuges podem desfrutar plenamente do prazer antes, durante e depois do ato sexual, sem medo, sem dores e sem angustias. Por que depois do gozo vem a paz, o abraço carinhoso, o sorriso sereno e a uma noite tranqüila.  É a “sem-vergonhice” santa e aprovada por Deus.

Ainda de acordo com Luiz Tarquínio, é no casamento que o sexo é mais seguro, o prazer é certo, recíproco, pois conhecemos os pontos certos, as palavras certas, as brincadeiras certas, o tempo certo. É no casamento que podemos servir ao outro sexualmente, pois sabemos do que o outro gosta de fazer, de receber e de ouvir. É no casamento que Deus está assentado conosco no quarto aplaudindo os nossos deleites.

Pr. Joventino B. Santana